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JORNAL NACIONAL URGENTE

JORNAL NACIONAL URGENTE

Vejo  e escuto no Jornal Nacional do dia 21. 09:

Bloco Social: Paciente anda 80 km dentro da cidade do Rio de Janeiro até encontrar um hospital que poça atender a traumatismo craniano que sofreu.

Bloco policial: Descoberta uma rede de corrupção que superfaturava as refeições fornecidas aos hospitais cariocas.

Bloco político: Não foi aprovado na Câmara dos deputados o novo imposto que seria destinado à saúde do brasileiro e que seria o substituto da extinta CPMF

Noticiários devem dar a noticia e deixar que os ouvintes o interpretem e não fazer isto por eles, mas, neste caso, foi cômico a forma como as noticias se intercalaram e se interligavam.

A própria seqüência dava a solução ao problema e ao mesmo tempo dizia como é inoperante ficar-se criando novos impostos sem acabar com a corrupção.

Os tempos não são mais de inflação galopante e sim de corrupção galopante

A presidenta Dilma não pode ver o Jornal, pois estava palestrando na abertura dos estudos da ONU.

Ela estava nos representando naquela organização. Aprovou a sempre desejada criação da Palestina assim como quase 99% dos países representados naquela organização.

Mas a grande pergunta é:

Para que existem estas votações se apenas um voto que seja, dos tais membros permanentes, invalida qualquer decisão?

E, neste caso particular, entre Israel e Palestina, é sempre a América a dar o veto, mesmo indo contra os outros 99% dos países membros.

Para uma organização que visa os bens dos povos esta regalia é bastante estranha e autoritária.

Israel vive muito da proteção do “irmão maior” e fazem me lembrar dos meus tempos de aluno, onde, infelizmente eu não tinha um irmão destes, e passei alguns apuros nas saídas da escola.

Os caso radicais entre os extremistas tanto de Israel como da causa palestina também fazem me lembrar de uutra passagem que também acontecia naqueles anos de moleque.

“Se for macho passe desta linha”. Tempos duros de criança e até românticos considerados com os tempos atuais.

Não sou expert no assunto, mas só há paz onde há boa vontade e esta deve partir de quem tem maior poder, mas o ato do dirigente palestino foi um fato novo que atraiu a simpatia de muitos.

Nós todos, do mundo livre, devemos muito aos EUA pelo motivo de nos terem mantidos longe dos bolcheviques que queriam emuralhar e censurar o mundo todo com a sua visão retrógrada de “mundo do proletariado”.

Todas as classes sociais são importantes e se interdependem. No entrelaçamento elas se oxigenam e evoluem, tanto materialmente como espiritualmente e, não por último, devem ser respeitadas as capacidades e merecimentos particulares de cada ser humano.

Isto não deve vir de cima para baixo, tanto que não deu certo.

Há que ser livre o arbítrio das pessoas.

A riqueza e a competência causam muita inveja, tanto individualmente como em nível de país para país e grande parte do ódio que muitos tinham e tem contra os EUA vem daí.

Ninguém deve ter vergonha de ser rico se esta riqueza corrobora para o bem de muitos e não tem ninguém que saiba fazer melhor isto do que uma boa parte dos bilionários americanos.

Os atos de filantropias deles não têm iguais, deixando muitas vezes toda a fortuna, ou a maior parte dela, para universidades ou centros de pesquisas. Não ficam apegados aos “brinquedos”.

E esta pregação de que o reino dos céus é dos pobres só deixou foi a Igreja cada vez mais rica e muitos países mais pobres. Tanto que na América e na maior parte da Europa ela não fatura mais nada a não ser processos de pedofilia.

Para ela foi muito interessante fazer esta pregação retorcendo o dito correto que é no sentido que “o céu é dos humildes no espírito” e esta humildade não tem nada a ver com pobreza. Existem muitos pobres e até mendigos extremamente arrogantes e muitos milionários que não se deixam levar pela ilusão da riqueza e são excelentes pessoas.

Fazendo um aparte. Finalmente surgiu entre nós um empreendedor ao estilo americano, que se tornou bilionário e não tem nenhuma vergonha de ser conhecido como tal, e que ainda assume que vai ser o homem mais rico do mundo em tantos anos.

Não vejo no caso de Eike Batista, como uma ambição negativa, mas sim como um objetivo como outro qualquer e a origem da fortuna dele, até onde sei, não teve o estado no meio. Posteriomente sim pela dimensão e poder das suas empresas.

Por traz de qualquer riqueza precisamos saber quantas famílias ganham o seu sustento e uma condição melhor de vida, saúde e bem estar. Esta é a finalidade social da riqueza, assim como foi a do nosso antigo vice presidente que deixou um bom legado neste sentido.

A vida nos dá de mãos cheias, quando junto da busca material, também buscamos elucidação para os grandes porquês dela e o enobrecimento de nossa alma e do meio em que vivemos.

“A diferença entre um homem e um menino é o valor dos brinquedos”.

Esta frase caracteriza bem uma vida só voltada para os bens materiais, pois neste caso, não passa disso, apenas aquisição de brinquedos que deixaremos aqui quando partirmos.

Todos iremos igualmente como quem não conseguiu brinquedo nenhum, mas, muitas vezes, mas também não necessariamente, os sem brinquedos podem levar muito mais valores que os beneficiarão muito mais na seqüência da sua existência.

Ninguém tem como dimensionar isto, pois tudo passa pela perfeição da Justiça Divina que se resume no dito de Jesus “O que o homem semeia isto ele colherá”, mas que é minuciosamente muito bem explicado pela Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” do filosofo alemão de codinome Abdruschin (graal.org.br)

Como o  homem atual não se preocupa com o que não sejam a satisfação ou o suprimento do que esta vida na matéria lhe exige, passa normalmente para a continuidade da vida posterior à esta, sem nehuma base ou conhecimento. 

E, como tal, vai colher a convivência e um incio penoso entre os de sua igual espécie, ou seja, totalmente ignorantes como ele sobre o que lá acontece, e sem a ajuda da sua intelectualidade que indeferente de doutorados ou espertezas aprendidas aqui, não vão ter nenhuma utilidade lá.

E é lá que esta a maior parte da tão falada e não compreendida colheita.

Por nada de lá se interessou, um ignorante cego e surdo lá será.

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HSERPA
25/09/2011

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