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A evolução do regresso avançado

 

Pode o homem construir

e em sua construção viver?

Pois o percurso que corri

Trouxe-me de volta sem querer

 

Andei em círculos, nem percebi

Achava que eu estava avançando

Uma pena, pois eu me convenci

De que o tempo estava passando. 

 

E talvez o tempo avance 

E talvez, eu é que não percebo

Afinal, em todo esse lance

É na minha memória que está o sebo.

 

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Essa poesia serve como um complemento da anterior à essa "No limiar da luz". Trata-se do mesmo sentimento, duas poesias que retratam de formas diferentes, os mesmos sentimentos.

Rodrigo Ferreira Santos
18/08/2011