Site de Poesias

Menu

Anjo da minha Memória

 
Invento-me ainda que anoiteça ao chão,
Minhas origens.
Em remotas mãos, criadas em realidade,
Místicas, aromas, e jardins,
Extintos no abismo...
Naveguei, em cores, e pelo espelho modelei,
Minha identidade, e decifrei!
Abita-me Hò nudez!
Esfinge do mistério... Ainda que anoiteça,
O inverno dos meus dias!
Já em mim habita um anjo que define minha imagem...
 A minha memória
 

Compartilhar
Hynes Margarida de Oliveira
19/03/2010

  • 1 comentário
  • 32 visualizações neste mês
  • © Todos os direitos reservados