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Chuva Camponesa

 
 
 
Lindo é ver cair aos olhos
Chuva leve camponesa
Chuviscando a rosa amarela
Molhando a rosa vermelha
Deitando ao chão campestre
Embolando pra ribeira
Se misturando ao riacho
Corre aos pés da ribanceira
Gotejando no açude,
Faz borbulho até troveja
Enche o peito de esperança
Da mais simples camponesa
No sopé da mata virgem
Os pássaros voltam aos ninhos
Os bichos de inverno cantam
O capim fica empestado 
Com a chuva que molha o campo
E o poeta vendo tudo,
Do rosto lhe escorre o pranto
 
 
 
Léo Nazare
 
17/11/06

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Léo Nazare
28/01/2010

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