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COMO SEI TÃO POUCO DA VIDA

[Ilustração não carregada]

Como sei tão pouco da vida
Hoje vejo, quase nada aprendi
Estudei, trabalhei, me dei por sabido
Mas de quase tudo, se quer compreendi.

Em tantas coisas me achava doutor
Dava tanto valor. Mas que ironia
Quando chegavam os piores momento
A máscara desabava e tudo se perdia

Hoje procuro frangalhos no tempo
Sentimentos, que outrora existiam
Mas já não posso catá-los ao vento
Porque ainda me faltam luz e magia.

São tantas lembranças, tantos passados
Quem enchem o peito de doce alegria
Resgatam a vida, perdida de mim
Que um dia pensei, jamais voltaria.

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Agamenon Almeida
20/10/2007