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UM POUCO DE CADA COISA

Me entreguei a ti destino,
nunca fui o seu menino,
já não tenho forças para lutar
a minha vida evade-se
para que então sonhar.
Te amar foi sonho...
Te amando  fui criança...
Te amar foi esperança,
traduzidas em sandices.
Porque eu te amei ?
Abril se aproxima
e com ele meu inverno,
de madeira será meu terno,
e que aqueles sonhos
repousem no inferno.
Não lhe desejo mal
pela pá de cal.
Sou o traduzido PATAXÓS
nas minhas veias sangue indio
heremita do Angico
nas tuas coxas
as terras roxas,
a me enfeitiçar.
Somos escravos
mesmo tendo iliminado
nossas células
pelo outro alimentado
assim tenho um pedaço de ti
como tens de mim,
e carregaremos até o fim.
 
 
Renatinhuuuuuuuuuuu 08 de Fevereiro de 2007

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