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Subsistência

Do verso medido ou descomedido
Floresce um amor multifacetado;
Do amor aclamado ou do sussurrado
No verso, o leitor fica bem-servido.

O verso imortal perdura um momento.
O amor prossegue, inda que seja chama.
O amor alimenta àquele que ama.
O verso refresca o leitor sedento.

Do verso de amor o poeta vive:
Do amor ao verso ele tira sustento:
Seja o verso alegre ou o amor mais triste,
Amor-ascendente ou verso-declive...
E todo verso colhido no vento
É seiva pela qual o amor subsiste.

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Ederson Peka
06/02/2007