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DESABAFO

P’ra que tanta violência
Tanto arma e corrupção
Tanto ódio e inveja
O homem tem em seu coração

O tempo na terra é tão curto
Não vale a pena tal desperdício
Mas a humanidade nem se dá conta
Que precisamos mais que isso

Necessitamos de amor
Paz, alegria e felicidade
Exterminar a ganância
Acabar com a desigualdade

“Uma palhoça, no canto da serra”
Poderia ser minha guarida
Como aquela, de Zé Geraldo
E sua “meiga senhorita”

Lá, o canto dos pássaros
É a mais bela das canções
E o desabrochar das flores
Acontece em todas as estações

Mas, tudo isso são devaneios
Esta é a grande verdade
“Dando milho aos pombos”
É minha triste realidade.

Ana Clara Cabral de Sousa

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Ana Clara Cunha
26/06/2006