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Mergulha


Respira, na borda do rio
Que às vezes calmaria
Ás vezes transborda correntezas para o fundo do rio
Mergulha, sem ar vai ficando até desmaiar
É a sua vida todos os dias
Cotidiano, é assim sem parar
Respira... Inspira, expira...
Respira até tudo agüentar
E não, e não mergulhar, no fundo cair e não mais se levantar
Respira moça, e se mergulhar, nade, nade forte, até a superfície alcançar
Respira...

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triste hoje... estou mergulhando Botucatu - São Paulo

Marcela Hebeler Barbosa
28/04/2018

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