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APENAS UM SONHO!

Vi quando abristes a porta para mim; e, entrei...
Sem medo sem segredos cheguei me aconchegando,
Ao conforto do Lugar.
 
Não havia onde melhor ficar...
A luz que cobria o recinto era fugidia, como um mormaço,
Ofuscada pela luz açodada que eduzia do teu olhar...
Tão intensa e cintilante era, como cintilam as águas do mar!
 
Evocado por  Dulcinéia, fui Cervantes por uns instantes.
Declarei-me Homero, e ouvir-te, em cantos de sereia!
Senti um cismático imbróglio rebuçado naquela teia...
 
Confundiu-me o obsequiado simpático da razão!
Percebi um encanto insólito perfeito e bonito;
como sol e chuvas finas que caem, em dias de verão!
 
E, decidi me entregar...
Deixei ficar apenas em meu peito
Mesmo que ainda trêmulo, inseguro e sem jeito...
O eterno, apenas sonho eterno...

De que na minha vida; sua vida, para sempre, irá ficar!

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Em casa de vez em quando bate a inspiração, ou; APENAS UM SONHO.
Abraços e obrigado a todos que curtirem e compartilharem. (Poesia protegida por lei se fizer uso, favor dar os créditos ao autor. Jeovam A. Dos Santos. Poema Sob licença creative commons. Você pode distribuir este poema, desde que: Atribua créditos ao seu autor. Distribua-o sob essa mesma licença.
Em 14/09/2017. Prado, Bahia, Brazil. Prado, Bahia, Brazil - Costa das Baleias

Jeovan A. dos Santos
14/09/2017