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de la Neruda

 

meus olhos sao a semente

do que se sente 

quando está ausente

na lida

alguém que serve de vida.

 

 de chorar

nao consigo

sigo meio passado 

sem um amigo e transbordando de alegria 

na noite fria 

a friagem da terra 

a lua é meu sol

via láctea  caracol

 

eu caminho

procuro pergaminho 

ficou no meio caminho

das terceira viagem de um salvador 

 

que nao se salvou

ne sorriu

quanta dor ele sentiu 

os pregos cravados no coração 

as mãos calejadas 

carpinteiro inteiro

do mundo inteiro

 

pastor das neves e plumas 

infames e miseráveis

responsável demais

pelos irresponsáveis

irracionais

 

somam meus fios  de cabelos

argolas e violas

e cordas vocais

e plantas medicinais

estradas vicinais

e seu silva e seu brás até o cara do gás

vem atrás

 

a coroa do rei de judá

leao de ajudar

a pescar

multplicar

peixes no rio

paés no altar

 

fez  terra e mar

fez me respirar

a lua o luar

 

noite dia

a poesia

escreveu

o que de velho nao morreu

a criança cria de esperança

a decepção

o guarda

o ladrao

 

o forno o  carvão

a enxada

o enxadão

a faca o facão

 

o verbo ser

sou eu 

és voce

pra dizer que ti ama sem rima

deus te ama

deus la de cima.

 

do pai do céu

do sino de belém 

boa noite big bém

e fez você também

e fez tão bém.

mas tão bem 

que não se copia

pra ninguém 

amém.

 

 

 

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JÂNIO MOREIRA
20/06/2017