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A Esperança Tem Suas Próprias Pernas

Na estrada há passagens sombrias, desertas;
Uma estrada sem fim, longa, austera;
Sua respiração é a única que resiste, teimosa,
Enquanto até mesmo seu mais profundo desfalece e degenera.

Mas a esperança é indomável,
Tem suas próprias pernas;
Num instante, um vaga-lume, apenas,
E um enxame tinge as densas trevas;
E em menos de um segundo,
Milhões de estrelas andantes, vagueiam,
Findando a cíclica escuridão severa...

Os sonhos nunca morrem, adormecem.

 

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Ricardo Lemos
26/05/2017

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