Site de Poesias

Menu

Vingar-me-ei !

Vingar-me-ei !
 
 
De tão frágil, o amor que prometeste
Durou pouco, muito cedo se acabou.
Foi igual às flores, que um dia tu me deste
Numa semana, o seu viço terminou.
 
Eterno amor, dizias tu, nessa conquista
Qu’não passou de inconsequente aventura,
Depois que me usou, nem disse... até à vista
Esqueceu logo, desse momento de ventura.
 
De ti, conservo no peito, só amargura
Que guardarei num escrínio pequenino
Até que possa levar à tua sepultura.
 
E junto ao pó dessa múmia, depositarei,
O pó do escrínio, guardado em meu destino
E assim, de teu espírito, vingar-me-ei !
 
São Paulo, 21/01/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
 



Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com           
 
http://criancaspoesias.blogspot.com
 


Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema

Compartilhar
ARMANDO A. C. GARCIA
21/01/2017

  • 1 comentário
  • 32 visualizações neste mês
  • © Todos os direitos reservados