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AGÚCIA DA EFETIVIDADE

Escolhi um perfume que fosse agradável a Ti.
Como palavras mélicas e gesto blandiciosos. 
Que te faz perdida quando abraçada a mim.

Perdida em meio ao orquidário de flores.
Criado pelo roçar de dois corpos abrasados de amores.
Com dedos entrelaçados que vergam mãos. 
Que torcem à melodia de uma rítmica sinfonia,
Imposta pela Batuta do maestro João Carlos Martins...

É quando exsurge o inesperado jardim!

Escolhi um perfume que fosse agradável a Ti.
Que com suores gritos, pétalas e flores...
Faz com que as cores dissipem-se no céu as dores, 
Que sentiremos ao nos separar.

É quando exsurge o paradisíaco mar!

Escolhi um perfume que fosse agradável a Ti.
Sentia-te hórs concours comportando-se, ali.
No transcender de uma a outra realidade,
Agora não uma metade de um ser, não há dualidade.

É quando exsurge uma única verdade!

Que ao escolher um perfume que fosse agradável a Ti,
O tempo, em todo tempo, seria a nossa eternidade.

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Em casa de vez em quando bate a inspiração: AGÚCIA DA EFETIVIDADE.
Abraços e obrigado a todos que curtirem e compartilharem. (Poesia protegida por lei se fizer uso, favor dar os créditos ao autor. Jeovam A. Dos Santos. Poema Sob licença creative commons. Você pode distribuir este poema, desde que: Atribua créditos ao seu autor. Distribua-o sob essa mesma licença.
Em 24/11 2016. Prado, Bahia, Brazil. PRADO, BAHIA, BRAZIL 24/11/2016

Jeovan A. dos Santos
24/11/2016