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O passar do tempo

As menininhas que juntas
Unidas
Vão contentes
Se divertindo diante de tanta gente
Menininhas inocentes
É um lugar
É uma festa
Mas as menininhas são como flores pequeninas
Rosas no coração de uma tia
Poetisa anônima
Que fica feliz
Com as suas presenças
Um dia se a velhice lhe chegar
E as menininhas adultas se tornarem
Reza a Deus que assim seja
Todos os dias que lhes olha os olhos
Que continuem participando da vida
Da poetisa anônima que nada perdeu
Pois aprendeu e aprende com os grandes
A cultura brasileira
Rica em vários sentidos
E sua grande inspiração estrangeira
A pintora que nunca havia ouvido falar
De repente em um programa lhe entrou como furacão
Atingindo seu coração, e assim queria ser
Mas não em pinturas, qual a saída para quem não sabe quadros fazer?
E o sentido da poetisa se rendeu
E o seu o olhar
Que herdou da sua profissão do ensinamento do seu orientador
Sobre um historiador que a tudo via como um estrangeiro, como se fosse à primeira vez
E um amigo de conversas
Com o qual fala sobre um pensador social, que instigou sua mente
Sobre a luta de seu povo, como ler os livros, era um começo de uma grande admiração
Pois nunca havia lido nada como ele uma persona grande nas questões dos questionamentos
Mas não houve tempo, e a poetisa o deixou de lado, uma pena
Mas, mesmo assim foi ai que tudo se iluminou
Explodiu em um bilhão de cores
Bem, ser poeta nunca foi sua alçada
Nunca na verdade pensou em nada do que ser
queria sim escrever livros de romance
e isso padeceu, o romance iniciado com letras infantis foi deixado de lado, guardado, amarelado, dobrado
tanto
que quase amassado
Ela precisava de mais conhecimentos, ela ansiava por mais, era pequenina
Mas, a história ali estava em seus pensamentos
Tudo...
Mas, devido a problemas, nem sabe onde está o rascunho do romance iniciado no Vale do Paraíba
Cruzeiro, cidade quando era pequena
Enfim...
Mas as menininhas florescem no coração da tia
E a alegria e o orgulho
Que é presença
E um dia será
Olhos presos nas linhas escritas pelo tempo  

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falo aqui de várias coisas, que parecem que não tem nada a ver uma coisa com a outra, mas estão na emoção do momento da poetisa. Nas lembranças nesse dia. Botucatu - São Paulo

Marcela Hebeler Barbosa
09/09/2016

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