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Poesias e os Sentimentos Velados

 

Içar sentimentos dos recônditos da alma
Ou arrancá-los das entranhas do peito
Transportá-los de forma segura
Sem deixá-los escapar

Por interferência das vaidades
Ou dos próprios medos

Apresentá-los despidos
E expô-los de maneira natural
Como o riso de uma criança

Dependurá-los em frágeis linhas
Introvertidas em sua responsabilidade
Pela sustentação desses sentimentos

Esse é o viver incessante da poesia
Magia que se desgarra do caos material
E que pulsa febril no coração dos amantes

Desnudem-se dos medos
E abracem os sentimentos
Grita a poesia!

 

Juarez Florintino Dias Filho

 

 
 
 

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Juarez Florintino Dias Filho
03/07/2016

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