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SOPRO

 

Ando pela vida desligada de tudo,
No mundo da lua e de seu apelo mudo,
A banhar-me com a luz que semeia,

A lua, tão redonda, amarela e cheia
é o retrato de uma noite opulenta
Em alguma maré ou num chão qualquer,

Mas quando míngua é uma anciã
A nos dizer: tudo é sopro, vislumbre,
Tudo vai minguando sem querer.

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Lucilla Guedes
13/06/2016

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