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POÉTICAMENTE POLÍTICO

 

PROPONHO O POEMA REVOLUCIONÁRIO

REGADO A SANGUE E SUOR PROLETÁRIO;

POEMA QUE FIE O MILAGRE AGRÁRIO

E AO HOMEM JUSTO, O JUSTO SALÁRIO.

 

NELE NÃO HÁ PALAVRAS AMOLADAS

QUE CORTAM A CARNE, O TRIGO E A MAÇÃ;

TAL POEMA NEM UNIFICA NEM EDIFICA,

MAS, QUIÇÁ, NUM PALANQUE, FERMENTE A MASSA;

 

BOMBEIE NOS CORAÇÕES COMBALIDOS

O TRIUNFANTE DISCURSO DO GENERAL;

JORRE POR MEGAFONES FOGO E SAL;

 

ANUNCIE A COLHEITA AOS DESNUTRIDOS

E, PROMETA CHUVAS E RIOS POTÁVEIS

ATRAVÉS DE CÂNTICOS  E VOTOS COMPRÁVEIS

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Praciano
19/02/2016

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