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INDÚSIA DO MAL

Sou a reminiscência da vergonha,
A culpa por não estar calado.
Sou a ruína que devasta os sonhos,
E o sorriso mais inocente roubado.
 
Sou as curvas das estradas que matam,
E o terror dos olhos assustado.
Sou frio gélido numa noite escura,
E a escória de um mundo transtornado.
 
Sou a resposta inesperada da dor,
E o espinho capital da mais linda flor!
Sou paladino etéreo e extenue já sem forças,
 
Sou a forca pra quem insiste em me ter.
Sou precípuo causador das muitas ruinas,
Essa é minha sina meu carme, meu viver.
 
Autor: Jeovam A. dos Santos

 
 

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Em casa, remissivo, reportando-me ao dizeres do Apóstolo Paulo: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim... Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Romanos 7:18-20) nasceu esse soneto.
Abraços a todos que curtirem e compartilharem. (protegida por lei – se fizer uso, favor dar os créditos ao autor: Jeovam A. Dos Santos Prado-Bahia, Brazil. Em 17/09/2015. Prado, Bahia, Brazil

Jeovan A. dos Santos
17/09/2015