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AUTO RETRATO FALADO

Lembrando os trancos que levei na vida
E momentos  felizes que não tive
Das lagrimas que verti não me arrependo
Pranteio sim, pois  nosso  choro é  livre
 
Sonhei ser amado doidamente
Nem fui querido, fruta indesejada
Foram apenas sombras nas paredes
Que se desfazem quando a luz apaga
 
Eu agora só vivo por viver
Fazendo o melhor a outro que precisa
Vendo a areia cruzar a ampulheta
Poucas ideias na mente indecisa
 
Assim estando, perscruto o futuro
Maktub, assim estava escrito
Meu vulto alongado no horizonte
Engolfado na incerteza do infinito
 
 
 
 

 
 

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BUENO
31/03/2015

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